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terça-feira, 8 de maio de 2018

Desenvolvimento na Malandragem:


Não é possível, eu devo estar ensinando tudo errado. Vamos ao básico de novo:

Como desenvolver meu Malandro ou Malandra ?
Vá a um TERREIRO.
Isso mesmo que você leu, vá para o terreiro.
Não coloque um ponto no youtube, não chame familiares, não se sacuda com uns amigos, não compre dados, não compre guias prontas, cerveja cara ou charuto cubano. Só vá a um terreiro.
De coração aberto , mente limpa, coragem, dedicação, força de vontade, um dinheiro pra mensalidade, roupa branca e as coisas das suas entidades.
Vá e aprenda, vá e faça a caridade.
Não incorpore em casa, no bar, na Lapa, na casa da amiga, no quintal da vizinha, no churrasco da família, isso não é "legal" ou descolado. Você precisa do ambiente terreiro para ser doutrinado, treinado, incorporar verdadeiramente, mas principalmente ter um lugar seguro. Pode ser que você já incorpore, sua entidade tenha dado nome, riscado um ponto. Nada disso te dá o direito de incorporar fora das leis. Você necessita de auxilio, auxilio sério, sincero, real. A força da tronqueira do zelador está ali com um propósito sério.

Obs: Eu vi num vídeo no youtube de uma suposta "Malandra", sendo filmada por familiar, sentada no chão de uma sala de uma CASA. Não era um terreiro, e a médium estava com um fio de contas de "uma perna" ou um fio só. Eu não consigo achar isso normal. Me desculpem.

Para mim, as pessoas incorporam em terreiros ou locais vibratórios, acompanhadas por seu zelador. Entidades utilizam algumas coisas, fazem seu trabalho, dão consultas e vão embora. Em dias festivos dançam para nossa homenagem, porque o dançar também é limpeza.

Incorporar em casa para chamar atenção, utilizar mistificação para te manipular, pedir aos amigos e familiares para filmarem, colocar no youtube se sentindo o gostosão, se sentindo a Rainha do Ego, está se tornando comum. Você pode ser mãe, namorado, vizinho, amigo, irmão, afilhado dessas pessoas. É um tal de Malandra e Malandrinho "querendo dar recado", que não está no gibi.

Queria ser moderninha assim, ainda não sou.

Axé.
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