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terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Malandrinho da Estrada :


Abandonado pelos pais, Malandrinho veio para o Rio de Janeiro ainda uma criança, onde conheceu uma cafetina, em um cabaré da Lapa, essa mulher que sempre sofreu pelo fato de não poder ter filhos, o criou, ensinando-o desde cedo,as malandragens da vida.


Ele Cresceu rodeado de mulheres, bebidas e drogas.


Amante da boa vida acostumado a ter tudo do bom, as melhores bebidas, os melhores cigarros e claro as melhores mulheres. Sempre muito galanteador, tendo aos seus pés todas as mulheres que desejava.

Mais uma por uma, em especial, Malandrinho se apaixonou se entregou mais nunca, deixando de lado a malandragem. Devido a isso, essa mulher o jurou de morte, justo a única mulher no qual entregou seu coração.


Durante um jogo de ronda, em uma noite tranquila, sob os arcos da lapa, malandrinho com 19 anos, mais já considerado o Rei da Malandragem, rei do jogo de ronda e das mulheres, foi surpreendido. Um tiro pelas costas foi o que aconteceu caiu um grande homem, "Malandrinho morreu". 





 "Ele a amou com todo seu pecado,

Naquela noite linda, Malandrinho foi jurado,
Que homem bonito, que homem formoso, mais ele é perigoso,
Num jogo de ronda, que ele nos deixou, foi por causa dela e do seu falso amor,
Um tiro pelas costas foi o que aconteceu, caiu um grande homem, malandrinho morreu.
Ó Umbanda linda, Umbanda de fé, você levanta minha gente, ele é o Rei do Cabaré".






Pontos Cantados do Seu Malandrinho da Estrada:

Foi, Foi num cabaré da Lapa,
Ô foi na lapa que Malandro se criou,
Veio de longe, sofreu bastante, mas foi na Lapa,
Que Malandro se encontrou.
Desde pequeno mostrou que era malandro,
Mais nesse tempo malandragem diferente,
Passou perrengue, perdeu os pais, porém, Ogum lhe levou pra aquele Cais.
Chegou aqui sem saber o que fazer,
Onde morar o que fazer para comer,
E pai Ogum colocou em seu caminho
Uma mulher que sofria sem carinho.
Foi crescendo, conhecendo a Malandragem,
Pouco a pouco conhecido na terra da vadiagem.
Ô Malandrinho na terra do malmequer, fuma, bebe, joga ronda mais conquiste essa mulher.
Ô Malandrinho tu é demais, quem te conhece não te esquece nunca mais.




Eu andava triste pela estrada,
Eu acompanhava uma voz a me guiar,
Continuei andando, parei na encruzilhada,
Eu então senti aquela voz a me deixar.
Era meia noite e o galo cantava,
De repente veio uma gargalhada pelo ar,
Em um piscar de olhos eu não acreditava,
Estava na minha frente, Malandrinho da Estrada.
Sambou, Sambou Malandrinho sambou,
No meio da Encruzilhada malandrinho sambou.

Autoria de Igor Nogueirol, um grande amigo, que me autorizou previamente, para esta reprodução.

Salve a Malandragem !

Salve  Malandrinho da Estrada !



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