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domingo, 7 de agosto de 2011

Chapéu Palheta;



O chapéu-palheta é um tipo de chapéu de palha com textura rígida, muito popular nas primeiras décadas do século XX

Origem e popularização

O seu uso tem origem como acessório em competições de canoagem, durante o século XIX. No alvorecer do XX, já era um modismo popular nos Estados Unidos.




Brasil 

No Brasil, o item já era conhecido desde os primeiros anos do século XX, mas se popularizou ainda mais na década de 1920, com a influência da cultura norte-americana, que atingia o país principalmente através do cinema. Até o início dos anos 40 foi um acessório comum no vestuário do brasileiro. Durante a Segunda Guerra Mundial, o chapéu-palheta começou a entrar em desuso no país, até desaparecer. 

Cultura popular 

Nos anos 30 o palheta foi largamente usado pelos boêmios do bairro da Lapa, no Rio de Janeiro. A razão era o seu baixo custo somada ao seu formato (que evoca o que é tropical). Com isso, tal chapéu passou a fazer parte da figura do malandro, no imaginário popular brasileiro. Um exemplo é o Zé Carioca (que usa chapéu-palheta), personagem criado por Walt Disney para estereotipar o brasileiro. Talvez fosse esse o motivo do palheta ter diminuído a sua popularidade nos anos 40, embora acontecesse o mesmo no exterior. 

Wikipédia





Digno de nota é também seu chapéu de palha, mais conhecido em português como palheta. O palheta é um clássico entre os chapéus para o verão. Mais rígido do que o chapéu Panamá, o palheta é um tradicional acessório dos gondoliers que cruzam os canais de Veneza. Ele é muito popular também entre açougueiros mais tradicionais da Inglaterra e da Alemanha. Em inglês ele se chama boater e, em francês, esse simpático chapéu de palha é conhecido como "matelot" ou "canotier"



O palheta faz também parte do traje recomendado para os espectadores da tradicional regata de Henley, que ocorre todos os anos no início de julho, ao longo do Tâmisa na Inglaterra. Parte do charme do palheta é a sua indiferença a distinções de classe - do açougueiro ao aristocrata, do marinheiro ao presidente, do aviador ao apresentador de televisão, muitos homens aderiram ao ar de elegância casual evocado por esse simpático chapéu de palha.



Artigo de Marcel Basthos.



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