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quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Agradecimento;


Ah! Seu Zé, que felicidade tenho em conhecê-lo, quanto já me ensinaste, quanto já me ajudaste! Sua força reside na amizade que dissemina, na camaradagem que lhe é peculiar, na força espiritual que possui! Possa permitir Deus, meu amigo, que possas sempre estar fortalecido no trabalho da caridade e que cada vez mais, sua evolução espiritual ascenda, e assim sendo, auxilie cada vez mais a todos que lhe procuram! Tem gente que me chama de amigo, Mas não possui no coração a lealdade, Se pensam que me enganam eu não me iludo, Sem lealdade não existe amizade, é só falsidade!
Alguns pontos demonstram essa ligação de Seu Zé com a malandragem, à noite e as mulheres:
"De madrugada quando vou descendo o morro,
A nega pensa que eu vou trabalhar.
Eu boto meu baralho no bolso,
Meu cachecol no pescoço.
E vou pra Barão de Mauá!
Mas trabalhar, trabalhar pra quê?
Se eu trabalhar eu vou morrer.

De dia numa linda batucada
De noite nos braços da amada.
Qual é que é, Seu Zé.
Qual é que é?
Eu sei que seu caso é mulher.

Lá no morro sim,
Que é lugar de tirar onda.
Tomando Brahma de meia,
Jogando baralho e ronda."

Pode-se notar o apelo popular e a simplicidade das palavras e dos termos com os quais são compostos os pontos e cantigas dessa entidade. Assim é ele, simples, amigo, leal, verdadeiro. Se você pensa que pode enganá-lo, ele o desmascara sem a menor cerimônia na frente de todos. Apesar da figura do malandro, do jogador, do arruaceiro, detesta que façam mal ou enganem aos mais fracos. Sempre que estiver no aperto, grite por Seu Zé, ele com certeza estará bem próximo para lhe ajudar.

Salve a Malandragem!



Desconheço o Autor.
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